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      <title><![CDATA[PATOLOGIAS - lifeenergy.webnode.page]]></title>
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      <language>en</language>
      <pubDate>Mon, 16 Feb 2009 13:57:00 +0200</pubDate>
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      <category><![CDATA[PATOLOGIAS]]></category>
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         <title><![CDATA[ Osteoporose e Treinamento de Força]]></title>
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         <description><![CDATA[&#160;&#160;Osteoporose e Treinamento de Força
Luiz Carlos Scabora Junior
&#160;
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A osteoporose pode ser definida como a perda da densidade mineral óssea, com aumento da fragilidade e da propensão às fraturas.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; As mulheres começam perder massa óssea aos 35 anos e progride 1% ao ano até a menopausa. Nos 4 a 5 anos após o término das menstruações as mulheres...<br />
2009 - www.lifeenergy.com.br]]></description>
         <pubDate>Mon, 16 Feb 2009 13:57:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[PATOLOGIAS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">&#160;&#160;<b>Osteoporose e Treinamento de Força</b></p>
<p style="text-align: center;"><b>Luiz Carlos Scabora Junior</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#160;</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#160;</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </b>A osteoporose pode ser definida como a perda da densidade mineral óssea, com aumento da fragilidade e da propensão às fraturas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; As mulheres começam perder massa óssea aos 35 anos e progride 1% ao ano até a menopausa. Nos 4 a 5 anos após o término das menstruações as mulheres perdem de 2 à 4% ao ano e depois voltam aos níveis de perda em torno de 1% ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Já nos homens, este processo tem inicio aos 45 anos, sendo a perda de massa óssea por volta de 0,5% ao ano continuadamente.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Basicamente existem dois tipos de osteoporose:</p>
<p style="text-align: justify;">- Osteoporose tipo 1 (pós-menopausa): manifesta-se principalmente através de fraturas de rádio e vértebras. O fator crítico na menopausa é a queda dos níveis de estrógeno (hormônio importante na manutenção da densidade mineral óssea).</p>
<p style="text-align: justify;">- Osteoporose tipo 2 (senil): fraturas de colo do fêmur&#160;em pessoas com idade acima de 60 anos e 25% das mulheres com mais de 70 anos sofrem de fraturas de corpos vertebrais.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style=""><img height="220" width="232" v:shapes="Imagem_x0020_15" alt="http://files.lifeenergy.webnode.com/200000013-38923398bc/osteoporose%20mulher.jpg" src="http://files.lifeenergy.webnode.com/200000013-38923398bc/osteoporose mulher.jpg" /></span></p>
<p style="text-align: justify;">As mulherem apresentam um decréscimo mais acentuado de massa óssea</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Os fatores de risco da osteoporose são os seguintes: corpo delgado e pele clara, raça (ascendência européia, asiática), história familiar de osteoporose prematura, menopausa precoce, amenorréia, idade avançada, nuliparidade, estilo de vida sedentária, estilo de vida sedentária, alto consumo de cigarros, álcool e café, além do uso de corticoesteróides.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; O treinamento de força aumenta a tensão muscular, o coeficiente de tensão e compressão, fazendo com que os tendões e ligamentos se fortaleçam e assim promovam um efeito trófico ou osteogênico (formador de ossos) sobre as cartilagens articulares.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; É importante ressaltar que os exercícios resistidos de maior intensidade proporcionam melhores resultados. Estudos mostram que levantadores de potência apresentam maior densidade mineral óssea em relação a outros atletas como fundistas e jogadores de futebol, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Portanto, é evidente que um programa de treinamento de força elaborado de maneira eficiente, embasado cientificamente, com volume e intensidade adequados, influencia positivamente na saúde óssea levando as pessoas a viverem com maior qualidade de vida.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style=""><img height="252" width="250" v:shapes="Imagem_x0020_16" alt="http://files.lifeenergy.webnode.com/200000014-5397d5491d/massa%20%C3%B3ssea.jpg" src="http://files.lifeenergy.webnode.com/200000014-5397d5491d/massa óssea.jpg" /></span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Massa Óssea</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Referências</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#160;</b></p>
<p style="text-align: justify;">GONÇALVES, V. <b>Exercício e densidade mineral óssea. </b>Brasília, 2004. Disponível em: . Acesso em: 11 fev. 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;</p>
<p style="text-align: justify;">MAGNO, C. <b>Ossos: meios para promover a saúde do nosso esqueleto. </b>Brasília, 2003. Disponível em:&#160;<a href="http://www.gease.pro.br/">www.gease.pro.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">&#160;</p>
<p style="text-align: justify;">SIMÃO, R. <b>Fisiologia e prescrição de exercícios para grupos especiais. </b>Rio de Janeiro, RJ: Phorte, 2007.</p><br />
2009 - www.lifeenergy.com.br]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Diabetes Mellitus e Treinamento de Força]]></title>
         <link>https://lifeenergy.webnode.page/news/diabetes%20mellitus%20e%20treinamento%20de%20for%c3%a7a/</link>
         <description><![CDATA[


Diabetes Mellitus e Treinamento de Força
Luiz Carlos Scabora Junior
&#160;
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; O diabetes mellitus é um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por hiperglicemia, que resulta em deficiência na secreção de insulina, na ação da insulina ou ambas. O exercício pode representar um papel importante na terapia de pacientes com diabetes.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Geralmente tem sido...<br />
2009 - www.lifeenergy.com.br]]></description>
         <pubDate>Mon, 16 Feb 2009 13:44:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[PATOLOGIAS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><style type="text/css">

</style></p>
<p style="text-align: center;"><b>Diabetes Mellitus e Treinamento de Força</b></p>
<p style="text-align: center;"><b>Luiz Carlos Scabora Junior</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#160;</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#160;</b></p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; O diabetes mellitus é um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por hiperglicemia, que resulta em deficiência na secreção de insulina, na ação da insulina ou ambas. O exercício pode representar um papel importante na terapia de pacientes com diabetes.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Geralmente tem sido recomendada a realização de exercícios aeróbios para indivíduos com diabetes mellitus. No entanto, recentes estudos têm demonstrado que o exercício de força também é benéfico no controle glicêmico do diabetes mellitus.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Fraqueza muscular, diminuição da massa magra, diminuição da atividade da enzima glicogênio sintetase e mudanças no tipo de fibra do tipo 2 para tipo 1 são relatadas preceder a resistência insulínica, intolerância à glicose e diabetes mellitus. O treinamento de força pode agir sobre essas variáveis, amenizando os sintomas negativos provocados pelo diabetes mellitus.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Reitman e colaboradores (1984) reportaram uma significativa melhora na tolerância à glicose e ação da insulina em indivíduos com recente início de diabetes mellitus, que se exercitavam vigorosamente 5 a 6 dias por semana após um período de 8 semanas.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; O treinamento de força pode ser especialmente benéfico para diabéticos idosos, pois durante o envelhecimento há diminuição da força e massa muscular, a qual afeta o metabolismo energético de maneira indesejável. O aumenta da força e massa muscular através do treinamento de força pode reverter esse quadro, melhorando o controle glicêmico desses indivíduos. De acordo com isso, foi demonstrada diminuição dos níveis de glicose sanguínea, aumento dos estoques de glicogênio muscular, redução da pressão sistólica e gordura do tronco, aumento da massa muscular e do nível de atividade física diária de diabéticos idosos de ambos os sexos, após 16 semanas de treinamento de força, o que resultou em redução da medicação em 72% dos praticantes, enquanto que indivíduos que participaram do grupo controle tiveram inalterados os níveis de glicemia sanguínea, pressão sistólica, gordura do tronco e atividade física diária, e diminuídos os estoques de glicogênio muscular, sendo que 42% tiveram a medicação aumentada.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; O treinamento de força tem mostrado melhorar a taxa de eliminação de glicose, aumentar a capacidade de estoque de glicogênio, aumentar receptores GLUT 4 no músculo, aumentar a sensibilidade à insulina e normalizar a tolerância à glicose.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style=""><img height="199" width="299" src="http://files.lifeenergy.webnode.com/200000012-2adbd2bd62/diabetes.jpg" alt="http://files.lifeenergy.webnode.com/200000012-2adbd2bd62/diabetes.jpg" v:shapes="Imagem_x0020_19" /></span></p>
<p style="text-align: justify;">O treinamento de força é benéfico no controle glicêmico<br />
&#160;</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Referências</b></p>
<p style="text-align: justify;">&#160;</p>
<p style="text-align: justify;">CIOLAC, E. G.; GUIMARÃES, G. V. <b>Exercício físico e síndrome metabólica. </b>Revista Brasileira de Medicina do Esporte. São Paulo. Vol. 10. Num. 4. 2004. p. 319-324.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;</p>
<p style="text-align: justify;">SILVA, C. A.; LIMA, W. C. <b>Efeito benéfico do exercício físico no controle metabólico do diabetes mellitus tipo 2 à curto prazo. </b>Arquivo Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia. São Paulo. Vol. 46. Num. 5. 2002. p. 550-556.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;</p>
<p style="text-align: justify;">SIMÃO, R. <b>Fisiologia e prescrição de exercícios para grupos especiais. </b>Rio de Janeiro, RJ: Phorte, 2007.</p><br />
2009 - www.lifeenergy.com.br]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[Hipertensão Arterial e Exercício Físico]]></title>
         <link>https://lifeenergy.webnode.page/news/hipertens%c3%a3o%20arterial%20e%20exercicio%20fisico1/</link>
         <description><![CDATA[Hipertensão Arterial e Exercício Físico
Luiz Carlos Scabora Junior
&#160;
&#160;
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A hipertensão arterial sistêmica representa uma das maiores causas de morbidade cardiovascular no Brasil e acomete 15 a 20% da população adulta, possuindo também considerável prevalência em crianças e adolescentes.
&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; O sedentarismo também constitui importante fator de risco, já estando...<br />
2009 - www.lifeenergy.com.br]]></description>
         <pubDate>Mon, 16 Feb 2009 13:43:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">https://lifeenergy.webnode.page/news/hipertens%c3%a3o%20arterial%20e%20exercicio%20fisico1/</guid>
         <category><![CDATA[PATOLOGIAS]]></category>
         <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><b>Hipertensão Arterial e Exercício Físico</b></p>
<p style="text-align: center;"><b>Luiz Carlos Scabora Junior</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#160;</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#160;</b></p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A hipertensão arterial sistêmica representa uma das maiores causas de morbidade cardiovascular no Brasil e acomete 15 a 20% da população adulta, possuindo também considerável prevalência em crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; O sedentarismo também constitui importante fator de risco, já estando bem estabelecida a ocorrência de maior taxa de eventos cardiovasculares e maior taxa de mortalidade em indivíduos com baixo nível de condicionamento físico. Estima-se que a prevalência do sedentarismo seja de até 56% nas mulheres e 37% nos homens, na população urbana brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Modificações no estilo de vida, incluindo exercício físico, são recomendadas no tratamento da hipertensão arterial. Estudo envolvendo 217 pacientes de ambos os sexos, com idade variando de 35 a 83 anos, mostrou que a adesão a medidas não farmacológicas, dentre as quais a prática de exercício físico, promoveu sensível efeito na redução dos níveis pressóricos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Em outro trabalho, um grupo de pesquisadores estudaram 109 indivíduos hipertensos nos estágio 1 e 2 que realizaram treinamento leve por 8 semanas, em academia. Constataram que houve redução significativa da pressão arterial em todos eles; os indivíduos idosos apresentaram menor redução nos níveis pressóricos do que os indivíduos jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Se, por um lado, não existem dúvidas sobre o efeito hipotensor do exercício, por outro, os mecanismos que norteiam essa queda pressórica ainda são controversos. De acordo com alguns investigadores, a redução da pressão arterial é conseqüência de uma diminuição na resistência vascular periférica, enquanto para outros, ela se deve a uma diminuição no débito cardíaco, associada a uma menor freqüência cardíaca que se instala durante o período de treinamento físico.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Portanto, conclui-se que os benefícios do exercício físico devem ser aproveitados como medida não farmacológica no tratamento da hipertensão arterial, já que em indivíduos sedentários e hipertensos, reduções clinicamente significativas na pressão arterial podem ser conseguidas com o aumento relativamente modesto na atividade física.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style=""><img height="165" width="250" src="http://files.lifeenergy.webnode.com/200000011-2c6762d60d/hipertensão imagem.jpg" alt="http://files.lifeenergy.webnode.com/200000011-2c6762d60d/hipertens%C3%A3o%20imagem.jpg" v:shapes="Imagem_x0020_24" /></span></p>
<p style="text-align: justify;">&#160;O exercício físico é uma medida não farmacológica no tratamento da hipertensão arterial</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;&#160;</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Referências</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>&#160;</b></p>
<p style="text-align: justify;">GUTIERREZ, A. P. M.; MARINS, J. C. B. <b>Efeitos do treinamento de força sobre os fatores de risco da síndrome metabólica. </b>Revista Brasileira de Epidemiologia. São Paulo. Vol. 11. Num. 1. 2008. p. 147-158.</p>
<p style="text-align: justify;">&#160;</p>
<p style="text-align: justify;">SIMÃO, R. <b>Fisiologia e prescrição de exercícios para grupos especiais. </b>Rio de Janeiro, RJ: Phorte, 2007.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">&#160;</p><br />
2009 - www.lifeenergy.com.br]]></content:encoded>
      </item>
   </channel>
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